17.3.09

 
A título informativo a versão embasbacada continua no activo. Obviamente porque o carrossel não pára e o circo continua sempre.

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DEIXEM-SE DE MERDAS III E Definitivas

Este blog acaba aqui porque me apetece tal. Estou onde estou, porque sempre aqui fiquei. Nem mais. Sem variar, dentro de mim. Sem me projectar, sem me ambicionar. Absurdo por isso mesmo e absurdo fora disso. Haverá quem se reclame injustiçado por qualquer coisa mal corrida. A mim tem-me corrido mal até a auto-análise e a auto-estima. Não há injustiça qualquer, apenas imprudência e falta de método e desalento e tédio c'um caralho. Motivo de sobeja para romances futuros. Ou isso. Como gostaria de gostar imenso de mim. Como me irrita não poder por isso mesmo gostar mais de outrem. Cheguei a um ponto, talvez invejável para alguns, em que faço apenas o que quero. Pouca coisa é, quando não se quer coisa alguma. Mas tenho um sonho: sobreviver a todos os filhos da puta que conheço e morrer amparado por duas tailandesas, depois de descrever em obra maior o sentido da vida visto pelo fundo de uma caneca de cerveja. Bem-hajam.

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13.3.09

 
DEIXEM-SE DE MERDAS II

Nada adianta mais a um mundo novo que o stress. O stress é o mundo novo em movimento. Como pode uma província de um país europeu moderno ficar evoluída sem stress? O stress é condição de evolução sem hipótese de remissão por condições extremas de lerdos provincianismos. Século XXI? Stress! E avançar, sempre. E avançar, sempre. Repito: e avançar, sempre. Como podem dois carros proporcionar um engarrafamento numa cidade europeia? Como se pode evoluir sem ter a noção de: "se ficar encalhado fodo tudo e todos"? Stress. Muito stress. Obrigatório. Punível por lei a sua inexistência. Fodível por moral a sua ignorância. Stress!!!! Montanhas dele. Haja a consciência do vamos salvar o mundo se não nos encalharmos uns nos outros. Valente maneira de desentupirmos a coisa. Stress e sai da frente! Desentope! Faz-te à vida! Isso mesmo! Stress e respeito! Isso mesmo! Pode-se depois ir ao psiquiatra. Isso mesmo!

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13.2.09

 
DEIXEM-SE DE MERDAS I
Em tempo de crise digamos então que Deus faliu em tempos que já lá vão. Com todo o direito que lhe assistiu porque as Finanças nem existiam e não lhe puderam tocar.
Calem-se de vez e redimi-vos ó criacionistas, e silenciai-vos de vergonha e revei-vos ó evolucionistas!
Organizai portanto e obviamente um fundo imenso e terráqueo e único e último de recuperação de projectos falidos devido a más interpretações do livre arbítrio por parte da espécie. A coisa pode ser baptizada de Fundo Omnipresente Da Amnistia Sempre Existencial. Um FODA-SE portanto.
A Humanidade agradece na sua estupidez. Em termos de criação e evolução.
Porventura Deus estará isento por cansaço de carreira e reforma merecida, ó imaculadamente Sócrates!

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7.2.09

 
Descomprimindo
porque até é fim-de-semana

A crise instalou-se mesmo, tão profunda e alargadamente, ao ponto de as mulheres já casarem só por amor...

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31.1.09

 

Um Lusitano com discernimento

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28.1.09

 

E não me canso de ver este desaparecido senhor


26.1.09

 
Mestre Bernardino, dono da Lagosteira nas Açoteias, contou-me uma piada imperdível de origem na sua ascendência paternal. Um apanhador (esse o termo) de caranguejos andava por praias algarvias há quarenta anos atrás. Um banhista de ocasião cruzou-se com ele. O apanhador tinha já um balde cheio de caranguejos. O banhista passando ao ver os caranguejos vivos no balde comentou: "Então mestre, os caranguejos que apanhou estão à solta num balde, hão-de começar a saltar fugindo do mesmo." O apanhador simplesmente respondeu: "Nã se preocupe mê amigo, são caranguejos portugueses: quando um deles teimar em subir os outros puxam-no para baixo." Amén ó Lusitânia.

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